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18/2/2013 - Ribeirão Preto - SP

Secretaria da Saúde afirma que 80% dos criadouros dos Aedes Aegypti estão dentro das residências




da assessoria de imprensa da Prefeitura de Ribeirão Preto

Ao contrário do que vem acontecendo em várias cidades da região, que estão vivendo uma epidemia de dengue, o município de Ribeirão Preto está com a situação sob controle. A informação foi confirmada pelo secretário da Saúde, Stênio Miranda, durante entrevista concedida à imprensa na manhã desta sexta-feira, dia 15. “Em janeiro a taxa de confirmação dos casos notificados foi de 20%. Em épocas de epidemia essa taxa sobre para 40 ou 50%”, afirmou.

Miranda adiantou que não é possível fazer uma previsão para os próximos dois ou três meses, mas garantiu que o cenário vivido por Ribeirão Preto nos anos de 2010 e 2011 não se repetirá. “Precisamos que cada pessoa faça o controle em sua residência porque 80% dos criadouros estão dentro dos domicílios”, observou o secretário.

A diretora do Departamento de Vigilância em Saúde e Planejamento, Maria Luiza da Silveira Santa Maria, informou que no mês de janeiro foram confirmados 267 casos de pessoas contaminadas por dengue em Ribeirão Preto. Desse total, 96 foram da região Leste, 47 na Central, 44 na Norte e as regiões Oeste e Sul registraram 40 casos cada uma. “O que tem nos assustado é o índice predial, ou seja, o percentual de criadouros encontrados nas residências. Nos bairros Vila Carvalho e Vila Mariana é de 22,3, ou seja, a cada 100 residências visitadas, em 22 foram encontrados focos do mosquito transmissor da dengue”, afirmou Maria Luiza.

Os principais criadouros nesses casos, segundo ela, são embalagens descartáveis, latas, sucatas em geral, tambores, piscinas plásticas, ralos externos e pneus.

Maria Lúcia Biagini, chefe da Divisão de Controle de Vetores, presente na coletiva, pediu a colaboração da população para que os agentes de Controle de Vetores possam fazer seu trabalho. “Temos deixado bilhetes com data e horário das nossas visitas. Por isso pedimos aos moradores que, caso não possam estar presentes no momento da visita, deixem a chave com uma pessoa de confiança para que possamos trabalhar. É para o benefício de todos”, ressaltou.

A médica Ana Alice Castro e Silva, chefe da Divisão Epidemiológica, garantiu que as unidades de saúde do município têm experiência na assistência e obedecem a um protocolo implantando em anos anteriores. “As unidades fazem a notificação e dão o suporte assistencial necessário ao paciente”, acrescentou.

Violência contra agentes - Stênio Miranda aproveitou a oportunidade para falar sobre os episódios de violência que os agentes de Controle de Vetores têm sofrido durante o expediente de trabalho. “As pessoas precisam entender que eles estão trabalhando pela saúde dos moradores da região e quando sofrem, por exemplo, uma ação de roubo a mão armada, todo o serviço é interrompido”.



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