Sábado, 23 de Outubro de 2021

3/12/2012 - Ribeirão Preto - SP

Prêmio Intelectual do Ano consagra a escritora Tatiana Belinky com troféu Juca Pato




da assessoria de imprensa da Prefeitura de Ribeirão Preto

No cinquentenário do Prêmio Intelectual do Ano, Tatiana Belinky foi a vencedora da eleição que escolheu a personalidade e recebeu da escritora Lygia Fagundes Telles, na Academia Paulista de Letras, o troféu Juca Pato.

A Cerimônia realizada na Academia Paulista de Letras contou com grandes personalidades do mundo das letras, da política e do empresariado nacional. O presidente do Instituto do Livro de Ribeirão Preto, Edwaldo Arantes e o jornalista José Fernando Chiavenato também estiveram presentes.

A cantora Fortuna, amiga da família de Tatiana se apresentou com três canções de um CD que gravou, musicando pequenas histórias que Tatiana escreveu.

Arantes comentou que ao final da cerimônia importante comunicado  foi feito pelo presidente Joaquim Maria Botelho, que lançou o Congresso Brasileiro de Escritores, que será realizado em São Paulo, tendo o Instituto do Livro de Ribeirao Preto como parceiro e o SEBCOC como um dos patrocinadores oficiais.

O Troféu Juca Pato, criado pelo chargista Belmonte, da Folha de São Paulo na década de 30, personificava o homem da classe média, intelectual mal pago e crítico dos governos. Foi um personagem de grande sucesso durante várias décadas. A ideia de Marcos Rey, em 1962, foi lançar o troféu para homenagear o intelectual que, pela via do livro tenha incentivado a reflexão sobre questões importantes para o país. No caso da Tatiana Belinky, foi indicada em razão do seu trabalho que contribuiu para a formação de leitores, em várias gerações.

Ao longo de sua história os vencedores do concurso Intelectual do Ano foram: 

- Santiago Dantas (1962), 450 votantes, Política Exterior Independente; 
- Afonso Schmidt (1963), 330 votantes, Tempo das Águas; 
- Alceu Amoroso Lima (1964), 472 votantes, Revolução, Reação e Reforma; 
- Cassiano Ricardo (1965), 332 votantes, Poemas Escolhidos; 
- Caio Prado Júnior (1966), 601 votantes, A Revolução Brasileira; 
- Érico Veríssimo (1967), 457 votantes, O Prisioneiro; 
- Menotti Del Picchia (1968), 476 votantes, Deus Sem Rosto; 
- Jorge Amado (1969), 135 votantes, Tenda dos Milagres; 
- Pedro Antonio de Oliveira Ribeiro Neto (1970), 205 votantes, Pastor do Tédio; 
- Josué Montello (1971), 319 votantes, Cais da Sagração; 
- Cândido Mota Filho (1972), 258 votantes, Contagem Regressiva; 
- Afonso Arinos de Melo Franco (1973), 440 vot antes, Rodrigues Alves, Vida e Obra;
- Raimundo Magalhães Júnior (1974), 313 votantes, Olavo Bilac e sua Época; 
- Juscelino Kubitschek de Oliveira (1975), 353 votantes, Meu Caminho para Brasília; 
- José Américo de Almeida (1976), 311 votantes, Antes que me esqueça; 
- Luís da Câmara Cascudo (1977), 323 votantes, O Príncipe Maximiliano no Brasil; 
- Sobral Pinto (1978), 510 votantes, Lições de Liberdade; 
- Sérgio Buarque de Holanda (1979), 230 votantes, Tentativas de Mitologia; 
- Dalmo de Abreu Dallari (1980), 1052 votantes, Futuro do Estado; 
- Paulo Bonfim (1981), 535 votantes, Praia de Sonetos; 
- Carlos Drummond de Andrade (1982), candidato único, Lição de Amigo; 
- Cora Coralina (1983), 928 votantes, Vintém de Cobre, meias confissões de Aninha e Poemas de Goiás; 
- Fernando Henrique Cardoso (1984), 340 votantes, Les Idées à Leur Place; 
- Frei Beto (1985), 718 votantes, Fidel e a Religi ão; 
- Antônio Callado (1986), 849 votantes, O amor nos Tempos de Cólera (tradução do livro de Gabriel Garcia Marquez); 
- Abguar Bastos (1987), 273 votantes, A Pantofagia ou as estranhas práticas alimentares na selva; 
- Barbosa Lima Sobrinho (1988), 352 votantes, O Problema da Imprensa; 
- D. Paulo Evaristo Arns (1989), 371 votantes, Clamor do Povo pela Paz; 
- Ledo Ivo (1990), 584 votantes; Crepúsculo Civil; 
- Fábio Lucas (1991), candidato único, Mineiranças e Fontes Literárias Portuguesas; 
- Rachel de Queiroz (1992), 396 votantes, O memorial de Maria Moura; 
- Marcos Rey (1995), 563 votantes, Os Crimes do Olho-de-Boi; 
- Luís Fernando Veríssimo (1996), candidato único, Novas Comédias da Vida Privada; 
- Sábato Magaldi (1997), candidato único, Panorama do Teatro Brasileiro; 
- José Mindlin (1998), candidato único, Uma vida entre livros; 
- Jacob Gorender (1999), 329 votantes, Marxismo sem Uto pia; 
- Octávio Ianni (2000), candidato único, Enigmas da modernidade – mundo; 
- Salim Miguel (2001), candidato único, Eu e os Corroíras; 
- Gilberto Mendonça Teles (2002), 674 votantes, Contramargem; 
- Alberto da Costa e Silva (2003), candidato único, com o livro Um Rio Chamado Atlântico;
- Luiz Gonzaga de Mello Belluzzo (2004), 339 votantes, Ensaios sobre o Capitalismo no Século XX; 
- Luiz Alberto Moniz Bandeira (2005), candidato único, Formação do Império Americano;
- Samuel Pinheiro Guimarães (2006), candidato único, Desafios Brasileiros na Era dos Gigantes.
- Antonio Cândido (2007)
- Lygia Fagundes Telles (2008)
- Aziz Ab´Saber



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