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19/12/2012 - Ribeirão Preto - SP

Cobertura vacinal das crianças em Ribeirão Preto supera os 95% preconizados pelo Ministério da Saúde




 

da assessoria de imprensa da Prefeitura de Ribeirão Preto

da assessoria de imprensa da Prefeitura de Ribeirão Preto

A Divisão de Vigilância Epidemiológica da Secretaria da Saúde divulgou nesta terça-feira, dia 18, os resultados do MRC (Monitoramento Rápido de Coberturas Vacinais) no município de Ribeirão Preto. Esse monitoramento foi proposto pelo Ministério da Saúde como uma atividade, após Campanha Nacional de Atualização de Carteiras de Vacina, com o objetivo de avaliar as coberturas vacinais em todo o país, bem como a homogeneidade destas coberturas.

O levantamento apontou que das sete vacinas do calendário infantil, cinco estão com cobertura acima da média preconizada pelo Ministério da Saúde que é 95%. São elas: Hepatite B: 97,85%; Poliomielite (paralisia infantil): 97,74%; Tetra/Penta (Difteria/Tétano/Coqueluche/doenças causadas por Haemophilus influenzae b): 97,85%; Tríplice Viral (Sarampo, Cachumba e Rubélola (D1 – primeira dose): 97,91% e DTP (Difteria/Tétatno e Coqueluche (R1 – primeiro reforço): 95,38%.

Ao todo, 34 equipes visitaram 10.761 residências e avaliaram 929 carteiras de vacinas de crianças entre seis meses a menores de cinco anos. 

Para a diretora do Departamento de Vigilância em Saúde e Planejamento, Maria Luiza da Silveira Santa Maria, esse resultado mostra que as equipes de saúde do município estão cumprindo regularmente com as normas de imunização do Ministério da Saúde. “Esse levantamento serviu, não apenas para avaliar a cobertura da imunização no município, mas também para verificar em campo o bom desempenho do trabalho realizado pelas equipes de saúde e o bom acolhimento ao pacientes”, afirmou.

Segundo a enfermeira, o monitoramento vacinal foi desenvolvido durante todo o mês de outubro, envolvendo diversos setores e programas. “Todas as unidades de saúde foram envolvidas, com a participação de diversos profissionais: enfermeiros, auxiliares de enfermagem, agentes comunitários de saúde e agentes de controle de vetores”, justificou ela.       

A cobertura de vacinação contra a Febre Amarela foi de 96,61%, sendo que o ideal é 100%.  “Esse é um caso em que atingir os 100% é muito difícil porque esta vacina tem contraindicações. Pessoas com alergia a ovo e pacientes imunodeprimidos não podem recebê-la”, explicou a enfermeira Larissa Gerin, do Programa de Imunização.  

Mudança na idade - Já a vacina para Rotavírus alcançou 92,14% de cobertura entre as crianças, quando o ideal é 95%. Neste caso, o índice municipal ficou igual ao nacional. “Esta vacina é muito importante, pois reduz as internações por diarreias graves e que, em situações mais extremas, pode até causar a morte”, avaliou o secretário Stênio Miranda.

No caso da vacina de combate ao Rotavírus, que precisa de cobertura total da população-alvo, o Ministério da Saúde vai propor mudanças na faixa etária para o próximo ano, até porque a vacina apresenta período curto para administração (a idade máxima para primeira dose é para 3 meses e 7 dias).

 



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