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20/12/2012 - Ribeirão Preto - SP

Casarão da Caramuru terá catalogação para receber minuciosa intervenção de restauro




da assessoria de imprensa da Prefeitura de Ribeirão Preto

Uma ação minuciosa de intervenção cultural retomará um dos mais importantes imóveis de estilo neoclássico do município. O famoso Casarão da Caramuru, na Vila Virgínia, esquecido sem qualquer proteção e sujeito à deterioração e ação do tempo por mais de duas décadas, voltará a expor toda a beleza e imponência de sua arquitetura do final do século XVIII.

É que na manhã desta quarta-feira, dia 19, as secretarias da Cultura e Planejamento da Prefeitura de Ribeirão Preto, anunciaram o início do processo que irá catalogar o Casarão da Avenida Caramuru, transformando-a num Centro de Memória de Desenvolvimento da Cultura Urbana. 

“O patrimônio histórico conquista a importância com que deve ser pautada a retomada deste imóvel tão reivindicado por dezenas de pessoas e cidadãos engajados na preservação das causas da cultura e arte”, destacou a prefeita Dárcy Vera, que delegou à secretária da Cultura, Adriana Silva, essa responsabilidade.

O trabalho, que terá custo de R$ 74 mil, é uma das ações de contrapartida das obras de combate as enchentes, por meio do Programa Ribeirão Sustentável.

Nesta primeira fase, o imóvel, que é tombado pelo Condephaat (Conselho de Defesa do Patrimônio Histórico, Arqueológico, Artístico e Turístico), será feita a catalogação e também a construção de um galpão para a proteção das amostras e execução dos trabalhos.

A intenção, segundo o arquiteto Alberto Magno Arruda, que coordenará o trabalho, é aproveitar todo o material original ou transformá-lo, quando possível. “Essa é uma iniciativa de grande importância artística, pois resgata a memória da arquitetura do período cafeeiro e de grande efervescência cultural. A retomada deste imóvel é comemorada por todos que prezam pela o patrimônio histórico”, explicou Arruda, especialista em restauros. Ele foi responsável pela reconstrução da cidade de São Luiz de Paraitinga, no Estado de São Paulo, destruída por enchentes. 

Na oportunidade, a secretária da Cultura, Adriana Silva, explicou que o processo de catalogação de elementos arquitetônicos é essencial para o projeto de restauração. As análises que serão realizadas terão como objetivo orientar providências relativas ao registro e preservação de restos de pintura e elementos decorativos, assim como uma avaliação da estabilidade e identificação de restos encontrados.

“Esse procedimento é vital para a continuidade do projeto de recuperação da casa. É a partir dele que as outras iniciativas serão tomadas. Estamos muito felizes por começar este trabalho tão solicitado pela população. Esse é, realmente, um dia especial para todos nós”, emendou Adriana Silva.

“Nós, do governo municipal, juntamente com nossos parceiros, estamos felizes por ver esse trabalho sendo iniciado. É uma conquista imensa para a valorização do patrimônio cultural e a memória histórica. O local será ocupado pelas mais diversas expressões artísticas”,  explicou a prefeita Dárcy Vera. 

 



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