Segunda-Feira, 27 de Janeiro de 2020

9/8/2012 - Ribeirão Preto - SP

7ª edição do Festitalia apresenta exposição em homenagem a Federico Fellini




da assessoria de imprensa da Prefeitura de Ribeirão Preto

Quem for ao 7º Festitalia (Festival de Cultura Italiana) neste final de semana, em Ribeirão Preto, além de desfrutar de muitos produtos e da gastronomia italiana, poderá visitar também a Exposição ‘Federico Fellini Amarcord’, no Museu da Imagem e do Som, na Casa da Cultura, localizada no Morro do São Bento, onde também acontece o Festival.

A exposição é uma realização do Gruppo Siarte, formado por Francesco Segneri, Miguel Angelo, Semiramis Rocha e Sonia Albuquerque. Nela o público poderá ver e conhecer mais sobre Federico Fellini em telas, painéis de fotos com cenas do filme e personagens, além da vida e frases do cineasta, que faleceu em 31 de outubro de 1993, aos 73 anos. Outra exposição poderá ser vista, no saguão do Teatro Municipal: “Memorial dos Imigrantes Italianos no Brasil”, do artista plástico Francesco Segneri.

Durante os três dias do evento, a cultura italiana vai invadir a cidade, com apresentações musicais e teatrais, oficina de máscaras venezianas e de culinária, palestras e shows. Realizado pela Prefeitura Municipal, por meio da Secretaria da Cultura e Sociedade Dante Alighieri, o evento terá expositores que comercializarão serviços e produtos tipicamente italianos, como doces, vinhos, queijos, pães, livros, entre outros.

A abertura oficial do evento, no dia 10, às 19h30, terá a participação do Coral “Arco-Iris”, sob a regência do Professor Osmani Antonio de Oliveira. Encerrando o Festitalia, no domingo, às 20h30, o Tenor Ricardo Bombarda se apresenta no Palco Itália.

Sobre Amarcord – Através dos olhos de Titta (Bruno Zanin), um garoto impressionável, o diretor dá uma olhada na vida familiar, religião, educação e política dos anos 30, quando o fascismo era a ordem dominante. Entre os personagens estão o pai e a mãe de Titta, que estão constantemente batalhando para viver, além de um padre que escuta confissões só para dar asas à sua imaginação anti-convencional.

O diretor Federico Fellini por diversas vezes negou que Amarcord fosse um filme auto-biográfico, mas concordou que há passagens semelhantes com eventos por ele vividos em sua infância.

Apesar de ter sido lançado em 1973, Amarcord concorreu ao Oscar de 1976, já que seu lançamento, nos Estados Unidos, apenas ocorreu neste ano, ganhando o Oscar de Melhor Filme Estrangeiro, sendo ainda indicado para Melhor Diretor e melhor Roteiro Original.



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