Domingo, 24 de Outubro de 2021

Lucas Pelisari

Lucas W. Pelisari é escritor, formando em Investigação Forense e Perícia Criminal. Cursa Direito e atua profissionalmente no marketing. Sua especialidade é empreendedorismo e marketing digital.

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5 dicas de finanças pessoais para administrar melhor seu dinheiro



A alta da inflação está devorando o preço dos alimentos e do consumo de gasolina. Por isso, a busca por dicas de finanças pessoais para administrar melhor seu dinheiro é cada vez mais frequente.

 

Se você está cansado de sofrer com o alto preço dos supermercados e das contas do dia a dia, continue lendo este artigo. A partir de agora, vamos listar diversas dicas para que você garanta mais economia durante a rotina. Acompanhe!

1- Pague todas as dívidas

O primeiro passo para controlar as finanças pessoais com mais assertividade é quitar as suas dívidas. É fundamental deixar claro que as contas em atraso acumulam juros e podem tirar o sono de qualquer pessoa. Para evitar problemas no futuro, recomendamos renegociar ou parcelar o débito.

2- Conheça mais detalhes sobre a sua renda

Outra dica interessante é ter um conhecimento mais profundo sobre o cenário atual da sua renda. Um dos erros mais comuns entre as pessoas é relacionar a sua renda com o valor do salário bruto. Isso não pode ocorrer porque é necessário incluir todos os custos, como: descontos de impostos, plano de saúde, vales, entre outros recursos que são oferecidos pela companhia.

 

Por isso, um bom administrador de finanças pessoais precisa conhecer qual é o seu salário líquido. Em outras palavras, ele se refere a quantia que é depositado em sua conta de forma mensal, após o cálculo dos descontos.

 

Quem recebe outros valores, como o aluguel de um apartamento, também deve incluir essa quantia na renda.

 

Por outro lado, se você recebeu uma determinada quantia da comercialização de um bem ou de qualquer outro produto, mas que essa verba não chegará novamente no próximo mês, essa quantia não pode ser considerada como parte da sua renda.

 

Você deve classificar essa quantia como um “extra”. Geralmente, o mais indicado é aplicá-lo na poupança ou em um investimento. Dessa forma, você impede de gastar esse dinheiro com itens desnecessários.

3- Registre todos os gastos

O próximo passo é registrar todos os gastos que você tem mensalmente. Aqui, é importante anotar os custos fixos e variáveis. Dentre os mais comuns, encontram-se: aluguel, luz, água, telefone e telefone. 

 

Em seguida, calcule os gastos de todas as contas em um determinado mês. O resultado nada mais é que o seu custo de vida. Por isso, é fundamental fazer o cálculo dessa quantia para entender melhor o quanto a sua renda está comprometida todos os meses.

 

A quantia restante é o que você terá reservado para utilizar em outros custos, que são classificados como variáveis em nossa rotina.

4- Busque estratégias para economizar

Ao anotar todos os seus gastos, é mais fácil descobrir em quais áreas você está consumindo mais e quais são os setores da sua rotina que necessitam de menos economia.

 

Existem algumas estratégias que podem ajudar a diminuir os gastos, como: economizar em aplicativos de transporte e com táxi; evitar o consumo do café diariamente no caminho do trabalho; substituir o ônibus por uma caminhada, entre outros.

 

Precisamos ser sinceros, caro leitor: apesar de existir algumas orientações, não é possível classificá-las como regras. Afinal, cada família tem gastos diferentes e conhece quais são as áreas que precisam de mais economia. Por isso, evite focar no vizinho ou no colega de trabalho, pense de que forma a sua família pode reduzir os gastos no dia a dia.

5- Compare os preços

Um dos erros mais comuns entre grande parte dos brasileiros é não fazer uma comparação entre os valores dos produtos que têm o hábito de consumir. Com uma simples pesquisa, é possível garantir ótimas economias.

 

Por exemplo: o supermercado da sua região pode ter preços baixos em produtos de higiene, mas pode cobrar valores altos para os itens de limpeza. Com esse conhecimento, recomendamos mudar de estabelecimentos e reservar a compra do próximo mês em poucas quantidades.

 

Em um primeiro momento, essa dica pode parecer cansativa. Mas, aos poucos, perceberá o quanto ela pode influenciar positivamente em seu bolso.

Dica bônus: preencha informações no Cadastro Positivo. O seu histórico de pagamento fica armazenado de forma segura. Dessa forma, você garante mais facilidade para conseguir crédito, praticidade para monitorar os pagamentos e redução da inadimplência e taxas de juros.

 

Após descobrir dicas de finanças pessoais para administrar melhor seu dinheiro, siga-nos nas redes sociais e conheça outras orientações que podem impactar em seu orçamento.

 

 












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